Louvando em família

Estivemos neste final de semana na cidade de Formosa, onde houve um simpósio sobre louvor e adoração. Foi palestrante o compositor Fernando Rochael, autor de músicas como “Tua Palavra”, “De hoje em diante”, “A glória de Deus” e a muito conhecida “Permaneça em mim”.
O compositor falou da importância da música no louvor, das diversas roupagens da música, da liturgia para atingir os diversos segmentos da comunidade e, sobretudo, da importância de ser um adorador de Deus em nossa vida.
Foi um dia agradável, em que nossa banda participou no louvor, juntamente com um grupo vocal da igreja de Formosinha.
Já à noite, nos despedimos do palestrante Fernando, do pastor Giulian e de sua esposa, a cantora Polyanna. A Polly, como é chamada pelos amigos, mencionou que entre as perguntas feitas pela assistência para serem respondidas no fim do programa havia uma sobre nós, isto é, sobre Claudio e eu: se nós já tocávamos juntos antes da banda – que começou há uns cinco anos.
Não houve tempo para responder, mas a resposta é afirmativa: já tocávamos juntos, ele violão, e eu teclado ou piano, para acompanhar um grupo musical de que participávamos ou mesmo para acompanhar os hinos na igreja, e, além de tocarmos juntos, sempre participamos juntos do louvor, como em corais e quartetos, ao longo do tempo, cantando ou tocando instrumentos.
Agora, participamos do louvor ainda junto com o Lucas, nosso neto, que é clarinetista. Isso nos ajuda a lembrar que somos uma família, e que temos objetivos comuns. A família, cujos membros tantas vezes se dedicam a passatempos individuais, no meu entender, deve ter uma atividade conjunta que a una, que alegre seus dias e a faça feliz. Em nosso caso, nada melhor para isso do que música e louvor.
Enquanto aguardo um vídeo da apresentação da banda, fiquem com esta imagem, da cantata de Páscoa do ano passado.

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Colhendo bênçãos

Nem notei, mas já estamos em março de 2011 e  aproveito para contar que leciono há alguns anos e estava esperando me aposentar no próximo ano. Em fevereiro, resolvi ir à sede da secretaria de educação para ter uma ideia exata de quando completaria o tempo exigido.
Na recepção me indicaram a sala onde deveria me informar. Chegando lá, em alguns minutos fiquei sabendo que já poderia ter-me aposentado em juho do ano passado. É que eu não estava a par das normas para aposentadoria no serviço público.
E, mesmo sabendo das normas, ainda não pedi a aposentadoria.
Estou pensando hoje nas bênçãos que deixamos de colher porque não conhecemos as palavras de Jesus, ou nos esquecemos delas: “Pedi e recebereis, batei e abrir-se-vos-á.” E ainda quantas bênçãos deixamos de viver e agradecer porque não as reconhecemos.
O Mestre nos oferece grande fonte de poder – o poder do Senhor – através da oração. Se tão somente orarmos, Ele promete abrir as janelas do céu e derramar sobre nós bênção sem medida. Bênçãos para colhermos e agradecermos.
Estou escolhendo a época mais indicada para pedir a aposentadoria, mas já aviso que não vou me aposentar do blog. Um abraço a todos.

Pelo telefone celular – 2

De vez em quando gosto de repetir postagens. A propósito das últimas notícias sobre o terremoto no Japão, aqui vai de novo um fragmento desta postagem, de março de 2010:

Pelo telefone celular (em 04.03.2010)

Quando compramos um telefone celular para o Lucas, alguém colocou uma opção para receber nele mensagens sobre a novela das 7. O suspeito número 1 é o próprio Lucas, mas ele não confessa; a número 2 é a mãe dele, que também não lembra. Agora ele está com outro telefone e eu fiquei com o antigo e as antigas mensagens.
Além delas, agora contratei mensagens pelo número 9696093 (não é propaganda) sobre o que acontece no planeta. O que tenho observado é que esse número tem noticiado muito sobre catástrofes que atingem a terra. A última que ainda tenho registrada é: “Duas fortes réplicas, de magnitude 6 e 5,9, atingiram hoje a região chilena de Concepcion. Risco de tsunami foi descartado.” É claro que antes disso já recebi mensagens neste mesmo número sobre o Haiti e novos terremotos no Haiti e chuvas no Haiti e sobre o terremoto principal no Chile e outros neste ano.
Uma amiga publicou depoimento de uma cristã que viveu o terremoto no Chile. Foram momentos de uma experiência amarga e apavorante e, com certeza, marcarão a vida dela e de quem a ouvir.
Até pesquisei sobre o que significam os terremotos nas profecias bíblicas. São advertências que devemos ouvir. Jesus associou esses eventos naturais com o início do tempo do fim, próximo à sua segunda vinda, conforme S. Mateus 24:7.

E com tantas notícias (acabo de receber mais uma sobre tremores em Taiwan), nada como pensar  a tempo em tudo que tem de ser mudado em nossa vida.

Acampamento de verão

Passamos a semana nos preparando. Algumas pessoas deram conselhos, como levar uma tenda para colocar em cima da barraca e uma lona para forrar o chão. Conseguimos uma tenda com o Alessandro, meu filho, e compramos a lona. Mais alguém sugeriu colchões infláveis, que se conservam mais secos em caso de chuva. Separei várias sacolas com tudo que seria necessário, tudo classificado em sacolas diferentes.
Primeiro levamos a barraca para montar e vários instrumentos musicais que iríamos usar. Adivinhando o stress do avô, que nunca havia montado barraca, pelo menos do tipo igloo, o Lucas já ficou esperando a segunda viagem em casa. Chegando no local, havia uma área reservada para barracas de famílias e outra para os jovens. Fomos das primeiras famílias a chegar e escolhemos um lugar agradável, perto de um bougainville florido. 
Peguei as instruções para montar o gazebo (tenda que ficaria por cima da barraca, para protegê-la da chuva) e iniciamos a montagem, separando as peças por número. Com alguma dificuldade, montamos tudo, sem as quatro peças de baixo para alcançarmos o teto, onde a lona é fixada. Depois colocamos a lona e as quatro últimas peças.
Aí, era a hora de montar o igloo, que nunca havíamos visto, e fui ler as instruções, não muito claras. Terminamos obtendo ajuda de alguns rapazes que estavam também preparando barracas. Obrigada, gentis Madson, Vinicius e William.
Tudo pronto, mas faltaram alguns grampos e cordas para amarrar melhor a tenda e para fixar a barraca.
Voltamos à cidade e compramos o necessário, dirigindo-nos a casa para buscar o Lucas. Após várias reclamações sobre as muitas sacolas que eu havia usado para classificar utensílios para refeições, cobertas muda 1, cobertas muda 2, roupas de cada um, conseguimos colocar tudo no carro, sair e chegar definitivamente ao acampamento.
Enquanto estávamos na cidade, caiu uma chuva que nos prendeu algum tempo numa loja. A mesma chuva caiu no local do acampamento, mas felizmente a barraca estava em pé. Depois soubemos que os rapazes que nos ajudaram haviam levantado a tenda, que caíra.
O acampamento começou. Na noite de sexta, houve só a abertura, algumas instruções gerais, como sobre a corneta que acordaria todos às 6h45 (na realidade só foi usada até domingo, porque alguém a retirou da barraca em que ficava, e não foi mais localizada).
No sábado, tivemos culto logo às nove horas, com um sermão do pastor Ênio. À tarde, um recital com a orquestra da igreja e o Melody Trio, de São Paulo, que esteve participando do louvor no acampamento, e, lógico, com a congregação cantando .
Na noite de sábado, houve várias atividades de lazer, mas fomos dormir cedo.
O domingo começou às 6h45 (a corneta ainda estava em uso), seguindo-se culto às 7h30 e café da manhã em seguida. O Lucas jogou várias partidas de futebol de manhã (inclusive junto com os adultos), à tarde tomou banho de piscina e jogou volley. O Claudio jogou dominó.  Eu registrei algumas fotografias, li um romance infanto-juvenil (“Além da Magia”, sobre um menino que queria ser bruxo e, evidentemente, tornou-se cristão. Tive também tempo para fazer uma pequena caminhada na estrada entre a sede do acampamento e a BR 60. O Claudio não me acompanhou – o que me deixou chateada – porque ficou tocando alguns hinos tradicionais no violão, enquanto alguns irmãos de mais idade cantavam. À noite, houve culto e a orquestra tocou novamente no louvor. O pastor Maxwell falou sobre a importância de  ter compromisso.
Na segunda-feira fomos comprar algumas coisas na cidade e retornamos. Após o almoço, formaram-se nuvens negras. A chuva caiu, bem na hora em que havia uma gincana, que continuou na chuva. O Claudio havia esquecido a chave dentro do carro e ele o irmão que o ajudou a retirar a chave com um anzol ficaram bem molhados. Dentro de algum tempo estávamos os três reunidos na barraca. Eu  fora ler outro livro – “O ouro de Katya”, este verídico, sobre uma jovem que conhece o cristianismo na época da queda do comunismo. O Claudio chegou correndo após conseguirem tirar a chave. O Lucas também chegou daí a alguns minutos. Foi a última oportunidade de curtirmos a barraca neste acampamento – para nós e para muitos outros acampantes.
A chuva caiu muito forte mesmo, a tenda que estava sobre a barraca quebrou com a força da água, que se infiltrou por um dos lados, começando a acumular-se no chão e molhar os lençóis. Após uma hora mais ou menos, a chuva diminuiu e saímos da barraca, conseguindo retirar algumas cobertas e os travesseiros ainda secos, que foram imediatamente colocados no carro. Desmontamos o gazebo, guardando algumas peças dentro da barraca.
Evidentemente fomos dormir num local seguro – nossa casa, a uns 25 km.
Hoje de manhã, terça-feira, feriado ainda, voltamos ao local. O Claudio foi apreciar o futebol entre solteiros e casados, eu fui verificar o que fazer com a barraca. Consegui desmontar o resto da tenda, guardar as peças e a lona, tirar os grampos da barraca e virá-la para retirar a água. Deixei-a secando, enquanto fui desmontar meu teclado e carregar para o carro, com as pastas de música e outros instrumentos, com a ajuda do Claudio num intervalo do jogo. O almoço estava muito saboroso, o sol brilhava e muitas pessoas retiravam também as barracas, pois hoje à noite o local deve ser liberado. Ainda esperamos o Lucas jogar mais um pouquinho e nos retiramos para casa. Não ficamos para a festa com o título de “Festa havaiana”, que haverá à noite. 
Foi uma boa experiência o acampamento.
Viver dificuldades nos ajuda a ter força para resistir e continuar, com a ajuda de Deus. Assim é também em nossa vida cristã. Já estamos pensando em comprar mais lona para cobrir a barraca na próxima vez. Num acampamento também há experiências agradáveis – e outras desagradáveis – de convívio com as pessoas, o que também serve como uma aprendizagem.
Ah, amiga Cida, e consegui dormir bem pelo menos na segunda e na terceira noite na barraca, depois de acostumar. Na realidade, não havia sapos coaxando, apenas alguns grilos, e vizinhos das outras barracas roncando.

Nossa barraca, logo no início do acampamento.

Estudo da Bíblia com os adolescentes no sábado.
Lucas resolve escutar de cima da árvore.

Congregação no culto de sábado, vista do ponto de vista da orquestra

Vôlei, no domingo

Barraca após a chuva
Terça-feira de sol
e adeus, acampamento

Paisagens do acampamento

domingo, 6 de março de 2011

“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo que nele há.” (da Bíblia sagrada)
Por enquanto, só paisagens. Depois do acampamento, as notícias

Acampante de primeira viagem

Escrevi na sexta-feira 04.03, antes de sair para o acampamento.

É tradicional nesta época as igrejas programarem retiros espirituais no campo, onde geralmente as pessoas acampam em barracas.
Tenho visitado esses acampamentos, mas sempre retorno para dormir em casa, já que minha igreja costuma acampar-se na zona rural, porém perto da cidade.
Este ano, como meu neto expressou o desejo de experimentar de verdade um acampamento, estamos indo para ficar.

E já estamos saindo com todo o material. Seremos acampantes de primeira viagem.
Volto com notícias.

“Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios (…) antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e do noite.” (Salmos 1:1-2)