Em 1996

 

Em 1996,no mês de agosto,  há quinze anos atrás, havia uma expectativa em casa.

No dia treze, minha filha, que tinha vinte e poucos anos à época, deveria ir a uma consulta, que seria a última dos nove meses de gestação. O seu filhinho deveria nascer em seguida, talvez no dia quatorze.
O quarto estava sendo preparado, as roupinhas estavam prontas, e ao mesmo tempo havia uma viagem programada pelos irmãos (tios do bebê), que deveriam participar de um campeonato.
Reinava a maior animação pelo nascimento do Lucas e ao mesmo tempo pela antecipação dessa viagem pelos meninos.
Chegou dia treze e eu dirigi o carro até o consultório do médico, a uns 40 km da nossa casa, que era então na chácara.

Surpresa. Quando chegou ao consultório, minha filha começou a sentir alguma coisa diferente, dores nas costas. Aguardamos algum tempo e, quando ela foi examinada, o médico disse que teria de ir imediatamente para o hospital, porque o bebê estava chegando.
Liguei para casa para chamar os demais membros da família e nos dirigimos para o hospital, onde, dentro de umas três horas, nasceu o Lucas, que foi imediatamente visitado pelos tios e pelo avô, que iriam viajar mais tarde.
Faz 15 anos desses acontecimentos no próximo sábado e instituímos uma semana comemorativa, que começou no domingo, com uma visita a uma fazenda. O homenageado pescou dez peixes, o avô pescou vinte e um e eu consegui pescar três, quando me emprestaram a vara de pesca, que, a propósito, tinha sido emprestada por um casal que não conseguiu pescar nada. Era pesca esportiva e devolvemos quase todos os peixes vivos à água. Houve um acidente com um deles, que deve ter sido devorado por uma garça, das que havia na represa. No almoço, pegamos a carona de um Parabéns a você, que foi cantado para alguém numa outra mesa. Também passeamos de charrete, andamos a cavalo, vimos muitos animaizinhos, inclusive duas araras que incrivelmente nos deram “tchau” na saída para casa, e também continuamos a estudar uma apostila que deve ser respondida para recuperação na escola.
A semana continua, hoje tivemos nosso culto de oração, com o grupo que sempre participa do círculo, cada terça-feira em uma casa e, é claro, expressamos nosso agradecimento pela data do próximo sábado.
Sábado devemos nos reunir em família, para mais uma vez agradecer a Deus e confraternizar com o adolescente Lucas – 15 anos.

 
 

O melhor lugar do mundo

No início desta nova semana,  estou ouvindo um lindo hino, que mostro aqui neste espaço:

“No mundo ainda existem belezas

que alegram a vida e nos fazem sonhar

recantos felizes da natureza

onde qualquer ser humano

gostaria de estar.

Mas de todos os lugares

o mais bonito e inspirador

é onde fico em oração

junto aos pés do Salvador.

O melhor lugar do mundo

é aos pés do Salvador.

É ali onde a esperança

traz alívio ao sofredor.

É ali onde eu me encontro

O melhor lugar do mundo

é aos pés do Salvador.”

Ouça a música em:http://www.youtube.com/watch?v=mEr_NKR2xpw&feature=related

Louvando em família

Estivemos neste final de semana na cidade de Formosa, onde houve um simpósio sobre louvor e adoração. Foi palestrante o compositor Fernando Rochael, autor de músicas como “Tua Palavra”, “De hoje em diante”, “A glória de Deus” e a muito conhecida “Permaneça em mim”.
O compositor falou da importância da música no louvor, das diversas roupagens da música, da liturgia para atingir os diversos segmentos da comunidade e, sobretudo, da importância de ser um adorador de Deus em nossa vida.
Foi um dia agradável, em que nossa banda participou no louvor, juntamente com um grupo vocal da igreja de Formosinha.
Já à noite, nos despedimos do palestrante Fernando, do pastor Giulian e de sua esposa, a cantora Polyanna. A Polly, como é chamada pelos amigos, mencionou que entre as perguntas feitas pela assistência para serem respondidas no fim do programa havia uma sobre nós, isto é, sobre Claudio e eu: se nós já tocávamos juntos antes da banda – que começou há uns cinco anos.
Não houve tempo para responder, mas a resposta é afirmativa: já tocávamos juntos, ele violão, e eu teclado ou piano, para acompanhar um grupo musical de que participávamos ou mesmo para acompanhar os hinos na igreja, e, além de tocarmos juntos, sempre participamos juntos do louvor, como em corais e quartetos, ao longo do tempo, cantando ou tocando instrumentos.
Agora, participamos do louvor ainda junto com o Lucas, nosso neto, que é clarinetista. Isso nos ajuda a lembrar que somos uma família, e que temos objetivos comuns. A família, cujos membros tantas vezes se dedicam a passatempos individuais, no meu entender, deve ter uma atividade conjunta que a una, que alegre seus dias e a faça feliz. Em nosso caso, nada melhor para isso do que música e louvor.
Enquanto aguardo um vídeo da apresentação da banda, fiquem com esta imagem, da cantata de Páscoa do ano passado.

Acampante de primeira viagem

Escrevi na sexta-feira 04.03, antes de sair para o acampamento.

É tradicional nesta época as igrejas programarem retiros espirituais no campo, onde geralmente as pessoas acampam em barracas.
Tenho visitado esses acampamentos, mas sempre retorno para dormir em casa, já que minha igreja costuma acampar-se na zona rural, porém perto da cidade.
Este ano, como meu neto expressou o desejo de experimentar de verdade um acampamento, estamos indo para ficar.

E já estamos saindo com todo o material. Seremos acampantes de primeira viagem.
Volto com notícias.

“Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios (…) antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e do noite.” (Salmos 1:1-2)

Localização

Meus posts estão constando como publicados em Boa Vista.

Entretanto, na realidade estou em Brasília.

Quando Brasília foi inaugurada (houve uma inauguração de Brasília, como nova capital do Brasil), eu estava em Porto Alegre e tive como trabalho escolar uma pasta com ilustrações sobre o evento. Era o ano de 1960.

Agora moro aqui, e desde 1974.

Acampamentos

Como sempre, nesta época, fui participar da adoração a Deus num retiro espiritual, no retiro da minha igreja numa chácara no Núcleo Rural Casa Grande, no Gama. O louvor foi maravilhoso, principalmente na tarde de sábado, com a presença de vários amigos na orquestra. Assim, já fiquei feliz com a participação na sexta e no sábado nesse retiro.
Porém, houve uma continuação. Domingo à tarde, após a participação nesse retiro, que continuou ainda até terça-feira,
fomos visitar meu filho em Brasilândia de Minas. E lá visitamos um outro retiro espiritual.
Esse ocorreu, de forma contrastante, bem longe da área urbana, embora ainda no município de Brasilândia, mas dentro de uma fazenda, num local bem reservado. Havia mata, rio e cachoeiras – três cachoeiras bem perto, sendo uma na frente do acampamento. E foi um prazer sentir a água aquecida nas pedras, numa temperatura muito agradável. Vejam algumas fotos dos dois acampamentos.
 
 
 

Nova visita a Brasilândia

Fomos novamente a Brasilândia de Minas, agora para comemorar o aniversário das crianças de lá, o Mizael e a Ana Luíza.
Ela completa anos no dia de hoje, 28 de janeiro. O Mizael creio que no dia 12.
Mas comemoramos as duas datas no mesmo dia, já que não podemos ir sempre. Só o Lucas não pode estar presente.
Em compensação, levamos a Amanda, o Joás e a Lídia.
Consegui tirar fotos com 4 netos. O mais velho, Lucas, está passando quinze dias na casa da tia, irmã do pai dele.
Lá está o primo dele Yago, com o qual costuma conversar e brincar quando visita a família do pai.
Fizemos lá em Brasilândia um passeio a um belo lugar que eu não conhecia, o rio Tronco, que tem belas corredeiras, embora
não muito fortes, tanto que o Mizael tomou um banho de rio. A Aninha também, com a ajuda do papai.
A Amanda conheceu a cidade e a casa do irmão, aonde ainda não tinha ido. Foi um fim de semana agradável.
 

Entradas Mais Antigas Anteriores