Mais um niver

domingo, 10 de julho de 2011

 
“Porque por mim se multiplicam os teus dias, e anos de vida se te acrescentarão.” Provérbios 9:11

Tive um dia muito feliz, hoje. Após uma confraternização com a família de meu filho Alessandro ontem, fizemos neste domingo um ótimo passeio, para comemorar meu aniversário. Agradeço em primeiro lugar a Deus. Não queria deixar passar o dia sem expressar essa gratidão pela vida e pela saúde que o Criador me oferece.
Tive oportunidade de passar este dia no campo, na companhia de meu esposo e de meu neto número um, o Lucas. Eles me acompanharam, fotografaram e fizeram caminhadas  comigo, como aprecio.
Vou apenas publicar algumas fotos, que podem dizer mais que palavras como foi a comemoração de meus 61 anos (é verdade, já são seis décadas e mais um ano).

Com Claudio, Lucas e a turma do Ale

Com Lucas, D. Glenie e netos

Pose junto à piscina e montando a cavalo

Tratadores encilhando os cavalos.
Passeando com Claudio
Passeando com Lucas

Paisagens do campo

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A descoberta do campo

Nasci na cidade, em Porto Alegre, e até me casar praticamente só conhecia a cidade. Havia ido pouquíssimas vezes ao colégio adventista de Taquara (IACS), onde se realizavam reuniões campais e a imagem de campo que eu possuía era a do colégio e da estrada para lá ou dos passeios para bairros mais distantes de Porto Alegre, aonde íamos visitar alguns amigos da família.
Então me casei com o Claudio e algum tempo mais tarde resolvemos visitar a família dele no interior, que ainda não me conhecia. Um dos lugares onde estivemos naquela ocasião foi o sítio dos avós dele, no interior do município de São Lourenço do Sul. A estrada era sem pavimentação e o ônibus tinha só um horário diário, pelo que me lembro. O sítio tinha uma casa muito simples, plantação de milho, açude, banheiro externo. Mas era uma casa no campo. Os avós foram muito gentis e cederam para nós o quarto principal. A estada lá foi cheia de atenções. Para mim foi uma descoberta.
Passei a ser fã da vida rural.
Mais tarde, bem mais tarde, compramos uma chácara e depois um sítio na cidade de Padre Bernardo, próxima a Brasília. Nossos filhos eram pequenos e por algum tempo passamos a ir ao sítio todo o final de semana. Foi minha fase rural.
Aprendi a época das culturas, os horários da rotina do trato dos animais, aprendi até a cavalgar, como já comentei. Era com ansiedade que esperava o fim de semana para ir ao sítio.
Mais tarde, vendemos esse terreno e adquirimos uma chácara junto à cidade onde moramos quatorze anos.
Lá eu apreciava a beira do riacho, cheia de árvores, onde tinha um banco próprio para ler ou simplesmente observar o riacho correndo, os miquinhos pulando nos galhos, algum outro animal silvestre.
Agora, levada por diversos fatores, inclusive a necessidade de o Lucas habituar-se à vida urbana, tornei-me novamente uma moradora da cidade. Mas tenho um conhecimento rural que povoa minha memória e que muitas vezes dirige meus passeios nas férias e feriados. Sou uma eterna apreciadora da natureza.

“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo que nele há.”

If you prefer, read in English:

The field  discovery

I was born in the city, Porto Alegre, and even get married virtually only knew the city. There were very few times went to college Adventist Taquara (IACS), which held camp meetings and field image I had was to the college and the road beyond the sidewalks or to more distant districts of Porto Alegre, where we were going to visit some friends family.
So I married Claudio and some time later decided to visit his family inside, which still did not know me. One of the places where we were at that time was the site of his grandparents, within the municipality of São Lourenço do Sul The road was unpaved and the bus only had a daily schedule, as I recall. The site had a very simple house, corn field, pond, outside toilet. But it was a house in the country. The grandparents were very kind and gave us the master bedroom. The stay was full of attention. For me it was a discovery.
I became a fan of rural life.
Later, much later, we bought a farm and after a siege in the town of Padre Bernardo, near Brasilia. Our children were small and for some time we went to the site throughout the weekend. It was my stage countryside.
I learned the crop season, the schedule of routine treatment of animals, learned to ride, as I have mentioned. Was anxiously awaited the weekend to go to the site.
Later, we sold that property and bought a farm near the town where we lived fourteen years.
There I enjoyed the brook, full of trees, where a bank had himself to read or simply watch the running stream, the miquinhos jumping on the branches, some other wild animal.
Now, driven by several factors, including the need for Luke to become accustomed to urban life, I became again a resident of the city. But I have a rural knowledge that fills my mind and that often drives my rides during vacations and holidays. I am an eternal admirer of nature.

“It belongs to  Lord the earth and its fullness, the world and everything in it.”